sexta-feira, 23 de setembro de 2011

Secretaria entrega enciclopédia Barsa Universal à UAB e à Biblioteca Municipal de Imperatriz


Na semana passada a Secretaria Municipal de Educação, Esporte e Lazer (SEMED) realizou entrega de duas completas ao polo da Universidade Aberta do Brasil (UAB) e a Biblioteca Pública Municipal de Imperatriz.
Ao todo, são 18 volumes com mais de mil páginas, 125 mil verbetes, 600 grandes artigos temáticos, 12 mil fotografias, 900 desenhos, 500 mapas, 1.500 tabelas, gráficos e ilustrações.
Na ocasião, também foi entregue a Enciclopédia Barsa Universal Multimídia, composta por 1 DVD-ROM, com mais de 125 mil verbetes, 600 grandes artigos temáticos, 80 mil topônimos, 12 mil fotografias, 700 áudios com mais de 10 horas de som, 9 mil elementos multimídias, 88 interatividades, 3 mil links para web, 6 mil marcos cronológicos, 200 notas escolares, 500 mapas conceituais, 7 planilhas escolares, 3 orientadores de busca e um museu virtual com mais de 800 obras pictóricas.
De acordo com Francisca Noronha Lô, coordenadora do polo da UAB em Imperatriz esta entrega demonstra a preocupação que o governo municipal tem em administrar a educação em Imperatriz com qualidade.
“A Universidade Aberta do Brasil firma parceria com diversas instituições de nível superior mas, é mantida pela Prefeitura de Imperatriz através da Secretaria Municipal de Educação. E hoje ficamos gratos com a entrega da Enciclopédia Barsa À nossa biblioteca, isso demonstra a preocupação do nosso gestor em criar ambientes e oportunidades que favoreçam o desenvolvimento de uma educação de qualidade em Imperatriz”.

Sobre a enciclopédia:
Lançada em 1969, a Enciclopédia Barsa apresenta uma trajetória de sucesso, com publicações anuais ininterruptas e recordes de vendas. Só em 2005 foram vendidos 152 mil exemplares.
Idealizada em 1959, por Dorita Barrett, herdeira da família Barrett, detentora da Enciclopédia Britânica, a Barsa foi a primeira enciclopédia brasileira, desenvolvida por um corpo editorial nacional de excelência – o jornalista e escritor Antônio Callado foi o redator-chefe da primeira edição – e até hoje é referência como canal de conhecimento de forte credibilidade.

Fonte: http://www.portalitz.com.br/noticias/cidade/2011/09/19/secretaria-entrega-enciclopedia-barsa-universal-ua/

terça-feira, 20 de setembro de 2011

Seminário sobre Bibliotecas Escolares - FOTOS






   

Saldo positivo com o evento, realizada algumas parcerias, a discussão não terminou ainda, tem muita luta pela frente.

segunda-feira, 19 de setembro de 2011

Mês de aniversário da Benedito Leite: o abandono e descaso da biblioteca pública Benedito Leite



A Biblioteca Pública Benedito Leite  vai completar 182 anos de existência neste mês. E com ela vem o descasos de nossas autoridades e o esquecimento do povo, criada no período imperial, precisamente no dia 29 de setembro de 1829, é considerada por muitos pesquisadores como a segunda biblioteca criada no Brasil. Oficialmente, foi aberta ao público no dia 03 de maio de 1831. O prédio atual, no estilo neoclássico, foi inaugurado em 1951 (anteriormente, funcionava onde hoje se localiza a Academia Maranhense de Letras, situada na rua da Paz), sendo definitivamente batizada de Benedito Leite em 1958, homenagem ao famoso político maranhense que foi governador do Estado.
A Biblioteca Pública Benedito Leite se encontra, no momento, interditada pela Defesa Civil desde o dia 7 de agosto de 2009, em virtude de comprometimento na sua estrutura física. As obras de recuperação foram paralisadas e voltou a funcionar a passos de tartaruga , o que colabora para piorar o quadro anteriormente existente. Desde a última reforma ali realizada, em 1996, o abandono do local se tornou marca da atual administração, que não conserva como deveria seus bens culturais. Basta citar o caso do Museu Histórico de Alcântara, sob responsabilidade da Secretaria de Cultura do Estado, cujo acervo está apodrecendo em uma casa sem climatização, com peças valiosas à espera de uma restauração que nunca chega.

Fonte:http://herberthreis.com/maranhao/o-abandono-e-o-descaso-da-biblioteca-publica-benedito-leite/

Unidade Regional de Educação de Caxias lança Projeto Guardiões da Leitura

O projeto visa divulgar a importância do livro e incentivar a leitura no desenvolvimento humano e científico de professores, crianças e jovens.
O Projeto Guardiões da Leitura tem como prática pedagógica democratizar e socializar os conhecimentos por meio da literatura. O projeto pioneiro é uma iniciativa dos professores Joseane Maia e Luís Faustino da Silva da Unidade Regional de Educação de Caxias.  
O projeto visa divulgar a importância do livro e incentivar a leitura no desenvolvimento humano e científico de professores, crianças e jovens.
Segundo Joseane Maia o projeto se constitui em uma estratégia inicialmente de funcionamento das salas de leituras e bibliotecas da rede estadual de ensino. Inicialmente o projeto começou a funcionar no Centro de Ensino Inácio Passarinho(Caxias). Posteriormente, foi implantado nos Centros Cônego Anderson, Clóvis Vidigal, Eugênio Barros e Santos Dumont, todos da URE de Caxias.
A experiência também foi implantada em escolas de Coelho Neto e Teresina(PI), atendendo ao convite dos gestores das unidades de ensino desses municípios.
Joseane Maia explicou ainda que para implantar o projeto em Caxias foram selecionados 75 alunos de ensino médio, que participaram de oficinas de leitura para capacitação e orientação, além de encontros para a socialização das experiências vivenciadas.
Confira mais detalhes na reportagem de Raquel Sousa.


 Fonte: http://www.portaldomaranhao.com/Noticias/9759/Unidade-Regional-de-Educacao-de-Caxias-lanca-Projeto-Guardioes-da-Leitura

Simposio Internacional do Livro Eletrônico - Transmissão on-line




Período: 19 a 21 de setembro de 2011
Link para a transmissão on-line: http://www.conaculta.gob.mx/libroelectronico/

terça-feira, 13 de setembro de 2011

Seminário sobre Bibliotecas Escolares



Seminário Sobre Bibliotecas Escolares de São Luis: cenário atual
Dia: 14/09/2011
Local: Auditório do Tribunal de Justiça do Estado (Praça Pedro II)
PROGRAMAÇÃO:
14:00h- Abertura
14:30h- Mesa Redonda:Situação das Bibliotecas Escolares de São Luis.
-Secretário Municipal de Educação;
-Secretário Estadual de Educação;
-Promotoria de Educação;
-Conselho Municipal de Educação;
-Conselho Estadual de Educação;
-CRB 13.
16:00h- Debate.
16:40- Intervalo.
17:00- Estabelecimento de acordo de melhoria para as Bibliotecas Escolares.
17:30- Encerramento.

quinta-feira, 1 de setembro de 2011

Assembleia mantém veto a projeto de lei de incentivo à leitura

  
O plenário da Assembleia Legislativa confirmou, na manhã desta terça-feira (30), o veto total do Poder Executivo  ao Projeto de Lei nº 011/2011, de autoria do deputado César Pires (DEM), que propõe uma política estadual de incentivo à leitura, com o objetivo de democratizar o acesso à leitura e à escrita.
Antes da votação em plenário, a Comissão de Constituição e Justiça apresentou parecer favorável à manutenção do veto total do Poder Executivo à matéria. Também em votação aberta e nominal, o plenário da Assembleia manteve, na manhã desta terça-feira, o veto total do Poder Executivo ao Projeto de Lei nº 201/2010, de autoria do então deputado Joaquim Nagib Haickel, que dispõe sobre medidas para a identificação e tratamento da dislexia e transtorno do déficit de atenção (hiperatividade – TDAH), na rede pública e privada de educação do Estado.

Fonte: http://www.portalhoje.com/assembleia-mantem-veto-a-projeto-de-lei-de-incentivo-a-leitura/1468993

SAMF-MA incentiva com o projeto leitura solidária o voluntariado


A Superintendência da Administração do Ministério da Fazenda no Maranhão enviou os resultados alcançados no Projeto Leitura Solidária que contou com o apoio do Núcleo da Excelência Pública no Maranhão na divulgação para a toda a rede maranhense e regional no dia 15 de agosto do corrente. 
O Projeto Leitura Solidária surgiu no ano de 2010 como forma de fortalecer o espírito de cooperação e solidariedade dos colaboradores da SAMF/MA lotados no Edifício Sede do Ministério da Fazenda, fazendo a arrecadação de livros didáticos e literários para doação a uma entidade pública carente em comemoração ao Dia do Estudante e ao Dia Nacional do Voluntariado em 11 e 28 de agosto, respectivamente.  
O projeto leitura solidária estimula a cultura do voluntariado e do espírito de solidariedade que lhe é inerente, além de contribuir de forma efetiva para a educação de crianças e jovens carentes da comunidade que frequenta a Biblioteca Municipal José Sarney que terão acesso a um acervo ainda mais diversificado e atualizado.
 Segundo os organizadores a campanha de 2011 superou os resultados do ano de 2010 que foi de 930 exemplares, obtendo arrecadação de 1589 exemplares (livros, revistas, paradidáticos, gibis etc...) que foram entregues no dia 11 de agosto (dia do estudante) à coordenadora da Biblioteca Municipal José Sarney, a Sra. Rita Maria Oliveira Teixeira.

Fonte: http://www.gespublica.gov.br/folder_rngp/folder_nucleo/MA/folder_noticia/noticia.2011-08-15.0642497952

OS SEM-LEITURA



O Estado do Ceará de há muito vem se destacando no cenário nacional e internacional através de um audacioso programa do Livro e Leitura que, com algumas adaptações e particularidades, vem sendo mantido e ampliado, mesmo com a mudança de coloração partidária na direção do poder executivo daquela unidade federativa. Por nossa conta e conhecimento, destacamos dois projetos deste programa: a) Agentes de Leitura; e b) Compra de Livros de Autores Regionais.
O primeiro, premiadíssimo pela UNESCO, envolve várias comunidades carentes, capacitação de jovens e adolescentes, empréstimos de livros, bolsa-trabalho; o segundo, guiado pela meta de aquisição de 5 milhões de exemplares de autores do Nordeste, abrangendo as diversificadas formas de expressão literária: cordel, romance, pesquisa histórica, poesia, reportagem, etc.
A temática do Livro e Leitura escolhida para o presente artigo, infelizmente representa uma tragédia em termos de políticas públicas em nosso estado, escancarada nacionalmente neste último sábado por meio de matéria publicada no jornal Estado de São Paulo, sob o título “Universitários do País lêem de 1 a 4 livros por Ano”. Dela, transcrevo três significativos parágrafos, que justificam plenamente o meu a escolha do tema:
“Na Universidade Federal do Maranhão (UFMA), 23,24% dos estudantes não lêem um livro sequer durante o ano. De uma forma geral, a maioria dos universitários brasileiros não vai muito além disso: lê, em média, de uma a quatro obras por ano. É o que revela levantamento exclusivo feito pelo Estado a partir de dados divulgados pela Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior (Andifes)”.
“Numa realidade diametralmente oposta, os estudantes da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) são ávidos por leitura: 22,98% deles lêem geralmente mais de dez livros por ano. No Maranhão, um dos Estados mais pobres do País, esse índice é de apenas 5,57%”.
“A UFMA, que lidera o ranking dos universitários que não lêem nada, ficou em quarto lugar entre os menos assíduos à biblioteca da universidade – 28,5% dos graduandos não a freqüentam. O primeiro lugar nesse quesito ficou com a Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (Unirio): metade de seus alunos esnoba o espaço”.
Sem uma política integrada, pelos entes federados - União, Estado e Municípios - pelas Instituições de Ensino Superiores, rede de bibliotecas públicas e comunitárias e, principalmente, pelas áreas da Cultura, Educação, Trabalho e Desenvolvimento Social, todas as ações governamentais, por mais bem intencionadas que sejam, nunca irão passar de arranjos cosméticos e pontuais, ou de simples esparadrapos tentando tapar a terrível chaga do analfabetismo cultural, vinculado ao vergonhoso déficit de leitura em terras de Gonçalves Dias e tantos outros ícones da literatura brasileira.
Com saberes e falares totalmente diferentes, dois poetas de formação e origens díspares, Maranhão e Rio Grande do Sul, talvez tenham traduzido esta situação, por meio de versos e palavras que neste momento permanecem muito vivas, latejando em nossas memórias:
JOÃO DO VALE: “O negócio não é bem eu / é Mané, Pedro e Romão / que também foi meus colega / e continuam no sertão / não puderam estudar / nem sabem fazer baião”.
MÁRIO QUINTANA: “O pior analfabeto não é aquele que não sabe ler; mas aquele que sabendo se recusa a fazê-lo”.
Feiras e Salões de Livro, Cafés Literários, Livro na Praça, semanas do livro durante as celebrações e comemorações de datas dos calendários oficiais nas escolas, etc. acabam virando arremedo de políticas públicas e o espaço de suas abrangências não inclui novos atores e protagonistas, nem impede o fechamento das pouquíssimas livrarias que ainda resistem ao sufoco da concorrência desleal do comércio eletrônico, das novas tecnologias digitais e da falta de crédito e financiamento da cadeia produtiva dos micro e pequenos empresários deste importante segmento da economia da cultura.
O triste e cruel exemplo desta tragédia literária foi o fechamento acerca de três semanas da Livraria Athenas, situada na Rua do Sol, dirigida por 20 anos pelo amigo e micro empresário Arteiro, que com abnegação e muitos prejuízos tentou mantê-la até onde lhe permitiram os limites da sobrevivência humana e empresarial.
Para um Estado que atingiu níveis de analfabetismo crônicos e estarrecedores, que já não podem ser substituídos por mirabolantes e enganosos programas de capacitação e profissionalização, esta questão do Livro e Leitura é crucial e deve ter o início do seu enfrentamento realizado a partir das salas de aulas do ensino fundamental. Quem não adquiriu o gosto pela leitura na infância e na adolescência, dificilmente o fará na idade adulta.
Felizmente, a semana pelo menos não fecha somente com o noticiário destas nossas mazelas livrescas e com saldo totalmente negativo. Meu compadre de ofício literário e também colunista do JP, Herbert Santos, fez bonito na Capital Federal, mais precisamente no espaço privilegiado da Livraria Cultura, o lançamento simultâneo de seis obras literárias de sua lavra original, com a presença de intelectuais renomados, como é o caso do também maranhense Rossini Correa, e outras importantes personalidades do mundo literário brasiliense.
Joãozinho Ribeiro escreve para o Jornal Pequeno às segundas-feiras.

Fonte: http://www.jornalpequeno.com.br/2011/8/15/os-sem-leitura-166294.htm

Projeto ''Livro na Praça'' define calendário para setembro

O projeto "Livro na Praça", desenvolvido pela Secretaria de Estado de Cultura (Secma), por meio da Biblioteca Pública Benedito Leite (BPBL), definiu o calendário de programação, para o mês, em cinco comunidades da área rural da Região Metropolitana de São Luís, onde serão realizadas atividades voltadas para a produção literária com crianças, de sete a doze anos, do ensino fundamental das escolas comunitárias.
Seguindo o calendário de setembro, a caravana do "Livro na Praça" abre programação na comunidade de Cabral Miranda, na Escola Arthur Azevedo, na sexta-feira (2). Na União de Moradores de Coqueiro, as atividades ocorrerão no sábado (3) e na sexta-feira (16).
A comunidade de Rio Grande recebe a caravana do projeto no sábado (10). No Centro Comunitário e em Taim a criançada se reúne na Escola Comunitária na quinta-feira (22). Em todas as comunidades, as atividades serão desenvolvidas no horário das 8h às 12.
Apoiado pela Secma, Associação de Amigos da BPBL e Consórcio Alumar, o Livro na Praça desenvolverá atividades, até novembro, nas comunidades de Rio Grande, Coqueiro, Taim, Rio dos Cachorros e Cabral Miranda, explorando temática relacionada a datas comemorativas de cada mês.
Para este mês, a temática será o patriotismo, voltado para a Semana da Pátria em alusão ao Dia da Independência do Brasil, comemorado em 7 de Setembro e ao aniversário de 399 anos de fundação da cidade de São Luís, dia 8.
As atividades terão na programação Hora do conto, oficinas de criatividades, dramatização, oficina de criação literária, bingo literário, jogos, exposição e manuseio de livros, com acervo de 1.000 livros a disposição no Carro Biblioteca, Vídeokê, oficinas de atividades, performances das manifestações da cultura popular com a atriz e arte educadora Silvana Cartágenes. Essas atividades contam com apoio de toda equipe do projeto formada por técnicos bibliotecários, arte educadores (professores, atores e artistas circenses) e, técnicos em leitura.
O projeto "Livro na Praça" foi criado em 1988 e já percorreu vários bairros de São Luís e interior da ilha, tendo por meta despertar no público infantil e juvenil o interesse pelas tradições culturais maranhenses e incentivar o gosto pela leitura.

Fonte: http://imirante.globo.com/noticias/2011/09/01/pagina283887.shtml